Quase dois anos após seu último jogo como atleta profissional, Adriano pode estar de volta aos gramados. Desejado por equipes modestas, o Imperador deixou a volta em aberto em uma publicação em uma rede social.
De passagens vitoriosas por Internazionale, Flamengo e seleção brasileira, o atacante escreveu que está "voltando. Obrigado meu Deus", lê-se na publicação.
O retorno, apesar de Adriano não ter falado em equipe, pode ser em um clube mais modesto. União Rondonópolis, Cruzeiro, do Rio Grande do Sul, e Tupi, de Juiz de Fora, estariam interessados no atleta.
O último jogo do atacante, que mantém a forma por conta própria, foi no dia oito de abril de 2014, quando o Atlético Paranaense perdeu para o The Strongest, na Bolívia. Adriano marcou, mas não conseguiu evitar a derrota do Furacão, que acabou eliminado na primeira fase daquela Libertadores.
Há anos a ciência busca uma vacina universal para o vírus influenza, que seria capaz de proteger contra uma ampla gama de variedades de gripe. Agora, dois grupos diferentes de cientistas descobriram uma maneira de tornar os anticorpos mais eficazes para múltiplos subtipos do vírus.
O novo método forneceu proteção completa em camundongos e, segundo os autores, pode ser o caminho para a vacina universal contra a gripe. As duas pesquisas tiveram seus resultados publicados nesse domingo, 23, simultaneamente, nas revistas Science e Nature.
Uma das principais características do vírus influenza, segundo os cientistas, é que ele se modifica constantemente e, por isso, as vacinas atuais precisam ser atualizadas anualmente. Uma vacina universal, segundo deles, poderia no futuro eliminar a necessidade de várias rodadas anuais de vacinação.
"Esse estudo mostra que estamos nos movendo na direção certa para uma vacina universal contra a gripe", disse um dos autores do estudo da Science, Ian Wilson, professor do Instituto de Pesquisas Scripps, dos Estados Unidos.
Segundo Wilson, anualmente a gripe comum causa mais de 200 mil hospitalizações e 36 mil mortes só nos Estados Unidos. Embora a vacinação anual proteja contra algumas cepas do vírus, ela não faz efeito para vários subtipos do vírus que aparecem subitamente - como aconteceu em 2009 com o subtipo H1N1, conhecido como "gripe suína", que matou entre 150 mil e 575 mil pessoas no mundo.
Vários grupos de pesquisadores já haviam desenvolvido vacinas cujo alvo é a molécula chamada hemaglutinina (HA), uma proteína que tem como principal função ligar o vírus ao receptor da célula hospedeira - e que está presente em todos os subtipos de influenza. O problema é que a "cabeça" dessa molécula se modifica rapidamente e, por isso, as vacinas precisam ser reformuladas continuamente.
Nos dois estudos publicados ontem, os cientistas tentaram outra estratégia: criar vacinas que atuem no "caule" da molécula HA, em vez de atuar na sua "cabeça". Eles descobriram que, embora a "cabeça" da molécula se modifique muito, o "caule" permanece muito parecido, com poucas mutações, nas diversas cepas de vírus.
Segundo Wilson, uma vacina capaz de fazer o corpo reconhecer a parte da molécula HA que não sofre mutações seria fatal para o vírus, já que a proteína é fundamental no processo de infectar as células e está presente em todos os subtipos.
Os pesquisadores então isolaram essa parte da proteína HA e desenharam uma vacina que força o corpo a produzir anticorpos específicos contra ela. "Se o corpo humano puder produzir uma resposta imune contra o caule da molécula HA, fica difícil para o vírus escapar", disse Wilson.
No experimento da Science, liderado por Antonietta Impagliazzo, do Instituto Crucell de Vacinas, em Leiden, na Holanda, a vacina experimental desenhada foi capaz de dar proteção total a camundongos contra os vírus H5N1, da gripe aviária, e H1N1, da gripe suína. A vacina foi menos eficaz em macacos, mas os animais tiveram sintomas menos severos de gripe depois da imunização.
O grupo que publicou na Nature, liderado por Barney Graham, do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, em Maryland, desenhou uma vacina experimental que também deu proteção completa a camundongos e proteção parcial a furões. Os animais haviam recebido injeções do vírus H5N1 em doses que foram fatais para outros animais não vacinados.
Segundo Wilson, no entanto, os experimentos foram apenas uma "prova de princípio". "Esses testes mostraram que anticorpos induzidos contra um subtipo específico de influenza poderia proteger contra subtipos diferentes", afirmou.
O próximo passo, segundo o cientista, é descobrir se a estratégia pode dar certo para o desenvolvimento de uma vacina que possa ser aplicada em humanos. "Ainda há muito trabalho a ser feito, mas o objetivo final, com certeza, seria criar uma vacina cujo efeito durasse a vida toda", declarou Wilson.
Filha de Gretchen aparece sem camisa pela primeira vez (Reprodução/Instagram)
Para finalmente matar a curiosidade de muita gente, Thammy Miranda, 32, publicou nas redes sociais uma foto em que aparece sem camisa na qual exibe o resultado da cirurgia de retirada dos seios que realizou no último ano.
O registro faz parte da biografia da filha de Gretchen, 56, chamada “Nadando Contra a Corrente” e que será lançada em setembro durante a Bienal do Livro. A obra narra desde a infância da famosa até os dias atuais e todas astransformações que ela passou durante os últimos tempos.
“E então de tarde fico sabendo que um jornal soltou minha foto já do livro que nem eu tenho ainda! Como? Não faço ideia! Mas enfim, em respeito aos outros meios de comunicação e em respeito a vocês meus amores que esperaram e acompanharam minha cirurgia, tá aí a foto! Ela está no livro pra ficar eternizada mais ainda na minha história”, escreveu Thammy no Instagram.
Rosamaria Murtinho e sua família foram resgatados por Luciano Huck depois que o iate onde estavam pegou fogo (Divulgação)
Rosamaria Murtinho revelou detalhes sobre um grave acidente de iate que sofreu com a família durante a comemoração do aniversário de seu filho, o diretor Mauro Mendonça, no último dia 8 de agosto. Acompanhado da mãe, do pai, do irmão Rodrigo, das filhas, Sophia e Januária, da enteada e da babá das crianças, Maurinho saiu de iate para levar a família a um restaurante, mas uma pane elétrica causou um incêndio na embarcação, obrigando todos a se jogarem no mar. Por sorte, a família terminou sendo resgatada por Luciano Huck, que pescava com o filho Joaquim perto do local do acidente.
“A babá da minha neta Januária foi quem sentiu o cheiro de queimado na parte de baixo do barco, onde ficam o quarto e o banheiro. Quando meus filhos Rodrigo e Maurinho foram verificar, perceberam o início do incêndio. Eles pegaram o extintor de incêndio para tentar conter as chamas, mas ele falhou, apesar de estar na data de validade. Quando vimos o fogo se alastrando, pulamos no mar e ficamos flutuando com a ajuda daquele macarrão, sabe? O último que deixou o barco foi meu filho Rodrigo, que é arrais. Lembro que o Mauro ainda queria tirar o casaco antes de pular na água, mas Rodrigo disse que não ia dar tempo”, contouRosamaria Murtinho em entrevista ao jornal ‘O Dia’.
Camaro branco dá problema e cantor sertanejo fica na mão (Divulgação/TV Globo)
O ator e cantor sertanejo Lucas Lucco, 24, passou por um sufoco na manhã da última quinta-feira (27) na região da Barra da Tijuca, bairro localizado na zona Oeste do Rio de Janeiro.
De acordo com o jornal “Extra”, o Camaro branco do famoso que custa por volta deR$ 230 mil deu problema e acabou deixando o artista na mão. Lucas acionou oseguro do veículo que costuma ostentar nas redes sociais e teve que esperar pacientemente o auxílio da empresa.
Isaiah Bird é um garoto de 7 anos muito esforçado. Mesmo sem pernas, encontrou um caminho para superar essa dificuldade através do wrestling, a luta olímpica, e vem emocionando a todos no mundo das lutas, inclusive Chris Weidman e Ronda Rousey, campeões do UFC.
Na verdade, o fato de não ter pernas não foi o maior de seus problemas. O menino cresceu em um abrigo da igreja com sua mãe, já seu pai foi preso por violência doméstica contra sua mãe.
Sem dinheiro para comprar uma cadeira de rodas, ele só se locomovia com as mãos até encontrar o técnico de luta olímpica Miguel Rodriguez, que mora com ele desde então. "Ele precisava saber que ele podia contar com alguém. O wrestling é um esporte em que você não precisa, de fato, das pernas. Então ele pode ser um atleta e competir como qualquer criança“, explicou Rodriguez à ESPN.
O garoto também parece não se importar com a falta dos membros. “Eu não tenho pernas. Mas eu não preciso de pernas. Eu sou um lutador de wrestling. Eu sou um gladiador. Sou mais forte que todo mundo", diz o garotinho, cheio de alegria.
Segundo o técnico, Isaiah Bird não sabe se quer ser profissional. “Ele diz para mim: ‘Técnico, quero ser ir para a faculdade, ser médico. Técnico, quero ser policial.’ Para mim, o importante é ele ser o que quiser. Nós, do wrestling, somos uma família e ele é parte disso”, explicou.
A nutricionista carioca Gabriela Zugliani, de 31 anos, gerou polêmica na última semana ao postar em suas redes sociais uma foto em que aparece com a barriga musculosa aos oito meses de gravidez. A imagem rapidamente viralizou na rede e acabou gerando muitas discussões se aquele estilo de vida era a adequado para este período. Depois de ler duras críticas, Gabriela tratou resolveu de se defender dizendo que tem acompanhamento de especialistas e que se sente bem assim. Ela, que já está em sua terceira gestação, esclareceu ainda que nas vezes anteriores também seguiu treinando e que seus dois bebês nasceram com o peso adequado e saudáveis. Confira aqui a incrível evolução dela durante os últimos oito meses.
Sabe a história do “quem sabe faz ao vivo? ” Então, não é bem assim. Xuxa estreou na Record nessa segunda, 18, com a difícil missão de segurar a audiência “alive”. E foi uma coleção de escorregadas e problemas técnicos. Mas, dando os devidos descontos, digamos que, entre erros e acertos, se salvaram todos. Ou quase.
No episódio de estreia descobrimos que a famosa Claudia do famoso meme “Ahã, Claudia, senta lá”, não se se chama Claudia, mas Érica!
Depois descobrimos que Xuxa quer ser Ellen DeGeneres (já havia uma insinuação a respeito…). Ou não. A entrevista holográfica/montagem “marromeno” com a apresentadora americana tinha intenção de ser engraçada. Para sinalizar isso, contou até com claque de risadas gravadas. Desculpe, mas não rolou.
E a claque só não foi pior do que o riso amarelo do elenco de “Os Dez Mandamentos”, que foi ao programa fazer merchand e acabou virando figuração permanente. Em determinado momento, Xuxa mostrou uma montagem cômica com sua participação na novela e “arrancou” risos dos atores. Arrancou mesmo, no sentido de que foi tirado à força.
Para salvar o quadro, Xuxa chamou Maria, a fiel escudeira e faz-tudo, para servir um suco ao pessoal. Quando um dos atores foi pegar um dos copos, Xuxa voou de sua cadeira gritando “ESSE É MEU!”. Cena de fineza que só rivalizou com Xuxa tirando o microfone à força da mão de um fã. Sério: tem coisas que só um programa ao vivo faz por você.
Teve muito merchandising de refrigerante e celular. Teve muito agradecimento aos patrocinadores. E teve uma dupla usando um saco na cabeça durante o programa todo. Juro.
A estreia de “Xuxa Meneghel”, o programa, foi um veículo para o culto à personalidade. É o que se viu no quadro em que a apresentadora foi até a casa dos fãs, que quase tiveram um piripaque ao vê-la. O piripaque efetivamente ocorreu quando Xuxa foi entrevistar uma fã dentro de uma ambulância nos bastidores do programa. Juro (2).
Que mais? Hum, problemas de áudio. Muitos. Ok, era estreia e ao vivo. Mas pelo amor de Ramsés, trata-se de um canal de TV profissional, não é?
Com uma média de 9 pontos, o programa dominou o segundo lugar na audiência do começo ao fim. Se no começo, às 22h30, a diferença para a Globo era de 19 pontos, no final, à 00h20, ela havia caído para quatro.
Vale ressaltar também que a estreia da Xuxa foi assunto na concorrente SBT: no “Máquina da Fama”, Patrícia Abravanel fez imitação da Rainha dos Baixinhos com direito a bota branca e peruca loira. Já o “The Noite” foi praticamente um programa temático, com a banda de acompanhamento travestida de Paquita e músicas parodiando os sucessos de Xuxa.
Uma ativista invadiu uma tourada na última quinta-feira (13) ao ouvir o choro de um touro que estava sendo morto pelos toureiros em uma arena em Málaga, na Espanha. Virginia Ruiz, de 38 anos, ficou em cima do animal para impedir sua morte, mas foi violentamente retirada do local.
“Eu podia ouvi-lo chorando de dor, então pulei para dentro, atravessei a arena até chegar no local onde ele já estava morrendo”, relatou a ativista. Eu queria dar-lhe amor, antes que ele deixasse este mundo”, completou.
Após a invasão, a multidão vaiava e xingava a ativista, já conhecida pelo seu trabalho contra touradas. “Me chutaram, cuspiram em mim, me disseram para voltar para a cozinha e me chamaram de prostituta”, continuou.
Virginia assistiu à tourada em um dia que a entrada ao público era gratuita. Segundo ela, o objetivo de sua ida era registrar a crueldade na arena e as arquibancadas vazias apesar dos portões abertos.
“O touro ainda estava vivo antes que eles fizessem o esfaqueamento final com a faca na parte de trás do pescoço. Ele estava chorando e tentou olhar para as pessoas”, disse Ruiz.
A ativista foi autuada pela polícia local e recebeu uma multa de 6 mil euros (cerca de R$ 23 mil) por invasão de propriedade privada. O Parlamento Europeu banca as touradas com investimentos de até R$ 23 milhões por ano.
Geisy Arruda, 26, decidiu modernizar o seu visual e adotou um novo look. A modelo abandonou o megahair que usava há anos e escureceu a cor dos cabelos.
“Estava sentindo a necessidade de mudar o visual há algum tempo. Uso megahair há 5 anos, e estava em busca de um cabelo mais leve, atual e que estivesse na moda. Optei pelo long bob e amei o resultado. Mudou até meu rosto. Estou muito feliz”, falou ela para o site “Ego”.
Questionada pelo veículo se ela tem vontade de virar morena, a famosa confessou que ainda não se sente preparada para essa transformação. “Escolhi a cor natural na raiz e as pontas loiras, porque é difícil desapegar de vez do loiro.Até cogitei a possibilidade de ficar morena, mas preciso trabalhar muito ainda no meu psicológico para aceitar isso”, declarou.
Uma entrevista muito esperada com Ronaldo Miranda, braço direito de Cristiano Araujo, foi ao ar neste domingo, 16, no programa Domingo Show.
O apresentador Geraldo Luís teve o privilégio de ser o primeiro a saber o que realmente teria acontecido no dia da tragédia que matou o cantor sertanejo Cristiano Araujo e sua namorada Allana.
Ronaldo afirmou que estava ao lado do sertanejo há cerca de 4 anos e além de trabalhar no dia a dia ao lado do cantor, ele também chegava a cuidar dos filhos dele.
No dia da tragédia, eles ouviram quando o pneu estourou e quando comentou que iria parar no próximo acostamento para verificar o carro já descontrolou e capotou diversas vezes.
Ronaldo foi retirado do carro por pessoas que passavam pelo local, e afirma ter visto Cristiano conversando e deitado fora do veículo, mas não teve mais notícias depois porque foram levados em ambulâncias diferentes.
Quando acordou, Ronaldo estava no hospital e acabou sabendo da tragédia com o amigo pela televisão.
Geraldo perguntou sobre a velocidade, se estariam acima de 130 km/h, ele respondeu que sim e que não sabe qual era o certo pois não ficava olhando.
Ronaldo afirma que não entende o porque de tudo isso que aconteceu em sua vida e que está tentando erguer a cabeça e seguir em frente pois o sofrimento deve passar, mas a dor é inevitável.
Ao fim da matéria, Geraldo Luís convidou Ronaldo para trabalhar como seu motorista particular e que havia conhecido mais o rapaz e ele seria uma pessoa espetacular.
No último domingo, 16, Caio Castro foi o homenageado da vez no quadro arquivo confidencial do programa Domingão do Faustão e acabou dando o que falar nas redes sociais.
Em um momento da homenagem, Faustão passou um vídeo dos pais de uma garota que se chama Juliana, de 15 anos, e ela seria uma grande fã do ator.
Neste momento as câmeras também mostravam Caio Castro, que incomodado com a situação, virou para o apresentador e disse que não deveriam ter mostrado aquilo na TV.
No vídeo também mostrou Caio participando do aniversário de 15 anos da jovem e ainda chegou a dançar a valsa com ela, que já estava muito debilitada por conta de uma grave doença.
Juliana acabou falecendo alguns dias depois do aniversário e Faustão, para se explicar, afirmou que o vídeo só passou por que os pais da jovem havia pedido.
O quadro do Domingão do Faustão já chegou a constranger outros famosos e Caio Castro pode ficar tranquilo que ele não é o único a passar por essas coisas.
Mais um caso de suicídio chocou a todos após uma mulher grávida presenciar uma cena nada agradável do marido e de sua própria mãe.
Ela havia ido ao mercado fazer compras e resolveu voltar mais cedo, quando chegou em casa flagrou o esposo na cama com sua mãe.
E pra piorar ainda a situação, a mulher estava grávida do marido e por ter tido relações com a sogra, ele acabou engravidando ela também.
Com a triste notícia a mulher traída acabou se matando após pular de um prédio nas proximidades de onde morava.
O terrível caso aconteceu em Gana e gerou polêmica em toda região e também nas redes sociais, pois essa decisão mortal foi criticada por alguns, mas outros a classificaram como vítima de toda situação e que sua atitude foi compreensível.
Quando Sophie Jaffe, de 31 anos, conheceu seu marido, Adi, de 38, a química foi imediata. Anos mais tarde, o relacionamento deles quase desmoronou quando ela descobriu uma teia de mentiras que ocultava a verdade: Adi era viciado em sexo e precisava de ajuda. Sophie explica como conseguiu lidar com a questão que ameaçava dar fim ao relacionamento deles, e como isso tornou o casal ainda mais unido no final.
Como eu descobri o segredo dele e nós resolvemos a questão como um casal.(Foto: Sophie Jaffe)
O início da nossa história de amor
Meu marido e eu nos conhecemos na UCLA, em 2005. Ele estava no primeiro ano do doutorado e eu no terceiro da graduação. Nós participávamos do mesmo curso de neurociência , então começamos a estudar juntos e nos apaixonamos um pelo outro. Eu sempre fazia o possível para estar no grupo de estudos dele, ele sempre me levava para minha próxima aula e nós sempre trocávamos mensagens de texto. As coisas evoluíram muito rapidamente; um pouco depois de nos conhecermos, já ficamos quase inseparáveis. Antes do nosso namoro começar oficialmente, ele me contou que já foi viciado em metanfetamina. Ele já havia passado por uma casa de reabilitação, e o episódio já fazia parte do seu passado. Para mim, isso era inspirador.
Após dois anos de relacionamento, Adi me traiu.
Ele conheceu alguém na academia e saiu com ela várias vezes; eles chegaram a dormir juntos uma vez. Ele foi sincero sobre o ocorrido e eu terminei com ele na mesma hora. Viajei para a Guatemala, Camboja e Tailândia como professora voluntária de inglês e ioga para crianças, e tive muito tempo para pensar sobre o que aconteceu. Quase um ano depois do final do relacionamento, quando eu estava na Tailândia, ele me escreveu uma carta que dizia: “o que você faria se soubesse que não podia errar? Por mais brega que pareça, eu faria tudo para ter você de volta e provar que sou a pessoa certa para você. Eu te amo. Diga-me se devo seguir com minha vida ou se ainda tenho uma chance”.
“Ele conheceu alguém na academia e saiu com ela várias vezes; eles chegaram a dormir juntos uma vez.”
Receber esta carta inesperada confirmou minhas suspeitas de que, embora estivesse curtindo minha liberdade e aventuras, realmente sentia saudades de Adi. Nós conversamos e concordamos que, caso voltássemos, faríamos terapia; afinal, não teria sentido ficarmos juntos após um ano só para nos separarmos novamente por causa de outra traição. Nós precisávamos de ajuda profissional para resolver a situação. Então, nos comprometemos a fazer isso e procuramos uma terapeuta, logo que ficamos noivos.
A descoberta de que Adi era viciado em sexo
“Aparentemente, toda vez que discutíamos por alguma coisa, enquanto eu chorava e ficava chateada, ele trocava mensagens de texto com outras mulheres para se sentir melhor”.
Quando estávamos noivos, eu ainda não confiava plenamente no Adi, então costumava mexer no celular dele. (Eu sei que não é um hábito muito saudável, mas é verdade.) Um dia, no caminho para a igreja, encontrei mensagens de texto inapropriadas, que ele trocava com outras mulheres. Ele dizia que queria ficar com elas e era explícito sobre o que queria fazer na cama. Nesse episódio, ele desmoronou. Ele não queria me perder, e foi a primeira vez que ele disse: “acho que sou viciado em sexo”. Aparentemente, toda vez que discutíamos por alguma coisa, enquanto eu chorava e ficava chateada, ele trocava mensagens de texto com outras mulheres para se sentir melhor.
Adi procurou um grupo anônimo de ajuda para viciados em sexo e começou a frequentar cinco dias por semana, e nós começamos a ver outra terapeuta além daquela que já consultávamos antes. No ano novo, um ano depois que nos casamos, descobri que estava grávida do nosso primeiro filho. Então, quando chegou perto do dia dos namorados, descobri que Adi tinha um grande segredo.
“Tínhamos apenas quatro meses de casamento, mas eu tirei minha aliança.”
Adi tinha uma conta no Ashley Madison, um site para pessoas casadas que querem trair seus cônjuges. Ele estava usando uma conta, e-mail e nome falsos para trocar fotos sensuais e cartas com outras pessoas. Ele ficou quase aliviado quando eu descobri o segredo, mas eu já me perguntava quanto mais eu poderia suportar. Como eu poderia acreditar no que ele dizia, se a situação parecia piorar cada vez mais? Ele jurou que nunca procurou nenhuma dessas mulheres por sexo, mas por que eu acreditaria nele? Tínhamos apenas quatro meses de casamento, mas eu tirei minha aliança.
Adi decidiu experimentar um programa de reabilitação ambulatorial para viciados em sexo. Ele teria se internado, mas para ser honesta, simplesmente não poderíamos pagar o tratamento enquanto ele ainda batalhava pelo doutorado e eu estava apenas começando meu negócio de saúde e bem-estar, o Philosophie. Ele fazia o tratamento ambulatorial de três a quatro dias por semana e ainda consultava um terapeuta particular. Seu visível esforço para melhorar me fazia sentir que ainda tínhamos uma chance. Encontramos um grupo de apoio que acabou sendo ótimo para mim também. Todas as noites de domingo, nós nos encontrávamos com outros casais que sofriam com o problema do vício em sexo, jantávamos juntos e tínhamos reuniões. Era um ambiente muito saudável para nós dois. Havia outros casais com relacionamentos incríveis, e eu pude perceber que não éramos os únicos a lidar com aquela situação.
Fortalecendo nosso relacionamento
Nosso primeiro ano de casamento foi o mais transformador. Eu estava grávida, nós não estávamos fazendo sexo e ele se esforçava muito para melhorar. Eu também estava lidando com minhas próprias questões. Quando eu descobri que o vício em sexo havia se manifestado novamente durante o nosso noivado, me pareceu que era um problema que ele deveria superar sozinho. Eu não pensava que também deveria fazer alguma coisa a respeito. Acontece que, uma vez que você se casa com uma pessoa, você assume os problemas dela — todos eles. Quando comecei a pensar no vício do Adi como um problema a ser abordado por nós dois, nosso relacionamento sofreu uma transformação. Realmente tivemos que voltar ao básico. Ele não podia ter amigas mulheres, sair com seus amigos ou, basicamente, se encontrar com alguém além de mim. Nós tentamos muitas coisas, como ioga, terapia de casais e outras alternativas. Tudo isso nos ajudou a descobrir o problema real, que o levava a preencher um vazio com sexo. Em sua essência, seu vício em sexo era uma forma de fugir da intimidade.
“Quando comecei a pensar no vício do Adi como um problema a ser abordado por nós dois, nosso relacionamento sofreu uma transformação”.
Os pais de Adi nunca lhe disseram que gostavam dele durante sua infância. Normalmente, nós dizemos isso mais de 10 vezes por dia para os nossos filhos, mas este não era o caso dele. Então, quando ele se sentia desconfortável com situações de intimidade — não apenas comigo — o vício servia como uma fuga. No passado, ele foi traficante e viciado em drogas. Quando a reabilitação o curou, sua fuga da realidade se tornou as mulheres. Tinha muito menos a ver com ficar com a mulher e muito mais com a intriga, a conquista e a necessidade de se sentir desejado.
Depois de toda a terapia, dos limites impostos e da reabilitação, estamos mais íntimos do que nunca. Não temo nem um pouco pelo futuro da nossa relação. A cada dia, eu confio ainda mais nele. Nunca mais vigiei o celular dele, e não precisamos mais de limites muito rígidos sobre as amizades de Adi ou suas saídas com colegas de trabalho. Acho que ele está recuperado, mas não é como se o problema nunca tivesse acontecido. É uma questão sobre a qual ainda falamos. Não estamos nos escondendo.
Também somos muito honestos com nossos familiares e amigos sobre isso. Em primeiro lugar, a maior parte da minha família o tomou como inimigo quando descobriram o problema, mas quando expliquei que tínhamos um plano para dar a volta por cima e que eu acreditava nele, eles lentamente começaram a nos apoiar. A maioria dos meus amigos nos apoiou totalmente; eu abandonei aqueles que achavam que ele era apenas um fraco e traidor. A experiência me ajudou a perceber quem estava realmente do meu lado.
(Foto: Sophie Jaffe)
Nossa vida nos dias de hoje
O vício em sexo é diferente de outros vícios, pois você não pode simplesmente abandonar o sexo para sempre e se recuperar. Nós vivemos um relacionamento dinâmico, íntimo, amoroso, e nossa vida sexual é muito equilibrada e saudável. Às vezes, chegamos a fazer sexo três ou quatro vezes por semana, mas também pode acontecer apenas uma vez nesse período. (Durante o tempo que ele estava lidando com o vício, só transávamos uma ou duas vezes por mês). Nós nos amamos, somos muito próximos um do outro e nossa confiança mútua nunca esteve tão forte. Há algum tempo, se Adi sugerisse algo novo na cama, imediatamente minha mente se enchia de insegurança e eu não parava de me perguntar o motivo por trás daquilo. Hoje, isso não acontece mais. Eu consigo ficar feliz por meu marido querer experimentar algo novo comigo.
Adi buscava se sentir melhor através de outras mulheres. Depois de todo o esforço que ele fez com a terapia, sessões de grupo e a compreensão que nos iluminou sobre o verdadeiro problema, ele não precisou mais disso. Ele se tornou uma pessoa melhor, que ainda tem suas necessidades, mas as satisfaz dentro do nosso relacionamento. Além do sexo, eu expresso minha admiração por ele de outras formas, mostrando o quanto estou feliz pelo que ele representa para nossa família.
Estamos casados há quase seis anos, e muitas pessoas perguntam por que eu não o deixei. Eu poderia ter feito isso, mas percebi a vontade que Adi tinha de mudar. Não era apenas conversa; as atitudes dele validavam o que ele dizia. Uma das coisas mais inspiradoras sobre este homem é que ele era um viciado e traficante, chegou a ser preso, saiu e mudou de vida. Ele cursou um dos melhores programas de doutorado na área da psicologia e agora está ajudando o mundo como um especialista em dependência. Eu sei que o pai dos meus filhos cometeu erros, que ele tem um lado vulnerável, mas também sei que ele tem o que precisa para mudar e crescer. Foram dois anos de trabalho duro, cansativo e extenuante, mas nós conseguimos.
Sophie Jaffe é uma especialista em saúde e bem-estar, chefe de cozinha especializada em alimentos crus e professora de ioga. Ela fundou sua empresa, aPhilosophie, com o objetivo melhorar a saúde de crianças e adultos de uma forma mais simples e inspiradora.
Quando Sophie não está desenvolvendo produtos revolucionários para as potências mundiais em super alimentos, ela está compartilhando seus insights sobre viver uma vida cheia de amor em seu blog Philosophie, saboreando cada momento com seus filhos, Kai e Leo, seu amoroso marido Adi e seu cão hiperativo, Lucca.
Era 2007 quando o mundo todo ficou chocado com a rotina de Ardi Rizal. Morador da Indonésia, ele era apenas um bebê de dois anos, mas já fumava nada menos do que 40 cigarros por dia. Oito anos depois, sua vida mudou bastante.
De lá para cá, Ardi viveu uma luta intensa para largar o vício pelo cigarro. Sua família garante que em 2010, aos cinco anos, ele parou de fumar. Na época, porém, trocou seus vícios e viveu um novo problema de saúde: a obesidade.
Ao invés de fumar, a criança comia. Sua mãe, culpada pela situação, dava cada vez mais comida para o filho. A batalha contra a obesidade, então, tornou-se tão intensa quanto a contra o tabagismo. E, aos poucos, Ardi começa a vencer.
Uma empresa fabricante de pirulitos está causando certa polêmica por afirmar ter fabricado um pirulito com sabor de leite materno.
A empresa garantiu que não utiliza leite materno para fazer suas guloseimas, mas mesmo assim o assunto foi muito comentado entre os internautas.
A empresa Lollyphile, em nota, afirmou que os pirulitos servem para despertar instintos animais nas pessoas que consumirem a novidade e não para voltar a infância.
Sendo estranho ou não, a novidade da empresa Lollyphile promete causar, pois segundo eles, são os primeiros a lançarem tal produto com este sabor em todo mundo.
Quem nunca passou vontade de fazer suas necessidades em algum lugar por não ter banheiro por perto?
Uma imagem divulgada nas redes sociais sobre esse assunto causou uma certa polêmica, pois a imagem mostra uma mulher fazendo as necessidades no meio da rua.
Ela que aparentava ter, no máximo, 30 anos de idade foi fotografada com as calças abaixadas em uma rua de Aberdeen, na Escócia.
Vários curiosos pararam para ver a cena, mas a mulher aparentou nem se importar com os olhares e apenas estava preocupada em realizar suas necessidades.
A foto foi rapidamente espalhada pelas redes sociais e foi vista por tantas pessoas que causou uma certa discussão sobre o acontecimento bizarro.